PROJETO · 2019–2020
Estratégias para ampliar o acesso a renda e emprego de refugiados em Moçambique
Pesquisa de campo e três propostas de cadeia de valor, com a LSE e o ACNUR.
Visão geral
Em 2019–2020, integrei um estudo da London School of Economics (LSE), em parceria com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), sobre meios de vida em Moçambique. O país vivia forte tensão humanitária (os ciclones de 2019; o conflito em Cabo Delgado), enquanto o sistema global de refúgio migrava da ajuda emergencial rumo à autossuficiência econômica, a "abordagem de graduação".
O problema
Refugiados e comunidades de acolhida em torno do assentamento de Maratane, em Nampula, precisavam de meios de vida e renda duradouros, para além da assistência emergencial.
O que eu fiz
Como assistente de pesquisa em meios de vida pela LSE, trabalhando ao lado do ACNUR, conduzi pesquisa de campo (grupos focais, entrevistas e análise de mercado), estudei fornecedores, custos logísticos, legislação e questões aduaneiras, e desenvolvi três propostas de cadeia de valor: produtos artesanais de capulana, avicultura e processamento de tomate, enquadradas na abordagem de graduação (incluindo um componente de grupos comunitários de poupança). Engajei atores públicos e privados e contribuí com recomendações baseadas em evidências para o programa de autossuficiência econômica e integração social. O trabalho girou em torno de desenhar estratégias para ampliar o acesso ao emprego para refugiados e comunidades de acolhida.


